Justiça de Criciúma condena envolvidos em roubo do Banco do Brasil de 2020

Ao todo, 17 pessoas foram condenadas pelo crime que instalou terror nas ruas de Criciúma

A 1ª Vara Criminal da Comarca de Criciúma divulgou as sentenças do caso de roubo do Banco do Brasil registrado em Criciúma, no ano de 2020. Ao todo, 17 réus foram julgados pelos crimes de roubo qualificado, associação criminosa e dano ao patrimônio. As penas somam centenas de anos de reclusão.

Autores diretos do crime receberam penas de 36 a 50 anos e agentes que auxiliaram na ação foram condenados a 9 anos de prisão. Alex Siqueira Antônio recebeu a maior sentença, de 50 anos e 2 meses de reclusão em regime fechado, além de 139 dias-multa.

As principais condenações divulgadas são: 41 anos e 11 meses de reclusão para André Luís Meza Costa, 43 anos e 7 meses para Márcio Geraldo Alves Ferreira e Reginaldo de Araújo e 38 anos e 4 meses de reclusão para Rogério Siqueira.

Sheila Custódio Silva de Oliveira, Mônica Pinheiro Cristino, Gustavo Wust, Eduardo Hahn, Bárbara Aparecida de Oliveira e Alisson Toni Becker receberam a pena de 9 anos de reclusão em regime inicial fechado e 28 dias-multa.

“Domínio de cidade”

Estima-se que o assalto ao Banco do Brasil tenha levado um ano para ser planejado. Durante e pouco tempo depois da noite de terror em Criciúma, especulava-se que o crime se encaixava na modalidade “novo cangaço”. Entretanto, com o rumo das investigações, foi constatado que, na verdade, a prática é denominada “domínio de cidade”. Um ato que jamais será esquecido e que, hoje, é considerado o maior roubo da história do Brasil, em números de valores subtraídos.

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