Mordidas e queimadura: Afasc diz que está investigando incidentes com bebês

A Associação Feminina de Assistência Social de Criciúma (Afasc) se manifestou no início da noite deste domingo, dia 21, sobre os incidentes envolvendo duas crianças que estavam em uma das unidades educacionais.

Um dos bebês, de uma ano e dois meses, voltou para casa na quinta-feira, dia 18, cheio de hematomas no rosto. Ele teria sido mordido por outro aluno enquanto a professora estava fora da sala. Já o outro caso foi de um bebê que sofreu queimaduras no pé.

“Na última quinta-feira (18), durante o período de atividades, ocorreram incidentes envolvendo duas crianças sob os cuidados da AFASC. Uma delas foi mordida por um coleguinha, enquanto a outra, possivelmente, teve contato com água quente durante o banho. Situações como essas são infelizmente comuns no contexto da infância, onde a exploração e interação entre os pequenos são fundamentais para seu desenvolvimento. Ressaltamos que estamos investigando rigorosamente ambos os eventos, em colaboração com autoridades e equipe de gestão, visando garantir a transparência e a segurança de todos os envolvidos. É importante notar que, em um mês, uma criança na AFASC passa 176 horas na instituição, somando-se as seis mil crianças acolhidas, são mais de um milhão de horas mensais”, explica a nota da Afasc.

O comunicado da associação diz ainda que uma sindicância interna já foi aberta para apurar os casos. “Reiteramos nosso compromisso com a segurança e o bem-estar das crianças que frequentam nossas creches, bem como com o apoio e suporte às suas famílias. A Afasc está em contato direto com os responsáveis pelas crianças envolvidas, oferecendo todo o suporte necessário, incluindo assistência médica e apoio emocional”, completa o documento assinado pela direção executiva.

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