A Rede Feminina de Combate ao Câncer (RFCC) de Criciúma está com o processo aberto para captação de novas voluntárias . A entidade conta hoje com 40 colaboradoras ativas. O objetivo é reforçar o atendimento no ambulatório e na Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon).
O trabalho prático se divide nessas duas frentes. No ambulatório, as voluntárias fazem o cadastro no sistema e o atendimento inicial. O setor também conta com as circulantes. Elas recepcionam as pacientes, conferem documentos e higienizam as macas entre as consultas.
No Unacon, o contato é direto com os pacientes oncológicos. As voluntárias servem café e almoço, conversam e auxiliam o público, oferecendo suporte durante o tratamento.
Para integrar a equipe, a candidata não pode estar em tratamento contra o câncer. Pacientes precisam concluir a terapia antes de atuar na rede. O processo de seleção começa com uma entrevista com a presidente da entidade. Em seguida, a candidata passa por um treinamento de dois dias. Ela atua nos dois setores para conhecer a rotina e, após essa vivência, define a sua área de preferência.
A presidente da entidade, Arlete do Nascimento, reforça a necessidade de ampliar a equipe de apoio. “Nós temos dois setores de trabalho e poucas voluntárias para fazer esse revezamento, já que cada uma atua quatro horas por semana. No hospital, a demanda na quimioterapia é grande e, muitas vezes, temos apenas uma voluntária por período, quando o ideal seriam pelo menos três. No ambulatório, também precisamos muito de reforço”.
As interessadas devem agendar a entrevista via WhatsApp. Os contatos disponíveis são com a presidente, pelo número (48) 99119-9469, ou no canal direto da Rede Feminina, no telefone (48) 3437-1006.
(Trabalho de assessoria voluntária da disciplina de Assessoria de Comunicação, do curso de Jornalismo do Centro Universitário SATC, sob supervisão da professora Nadia Couto).



