Atual campeã no skate park do STU Criciúma, a skatista Isadora Pacheco, de Florianópolis, busca manter uma hegemonia no STU Criciúma: a de continuar figurando em todos os pódios das edições. Isso acontece há cinco anos consecutivos.
A skatista Isadora Pacheco destacou que o maior desafio da sua carreira não está apenas nas pistas, mas principalmente no controle emocional durante as competições. Em entrevista ao portal TN Sul, ela falou sobre a pressão de competir em alto nível e a importância de manter a concentração para conseguir executar boas voltas.
Segundo Isadora, um dos momentos mais marcantes foi uma competição no ano passado, quando não conseguiu acertar nenhuma de suas voltas ao longo da disputa. Apesar das dificuldades, ela deu a volta por cima justamente no momento decisivo. “Errei todas as voltas, mas na última consegui acertar exatamente o que eu queria e garanti a vitória”, relembrou.
A atleta ressaltou que esse tipo de situação exige muita força mental. Para ela, o maior adversário é lidar consigo mesma, principalmente quando a pressão aumenta. “A gente precisa segurar a pressão e entregar resultado, e ainda melhorar nas próximas tentativas”, afirmou.
Na preparação para as competições, Isadora aposta em um trabalho completo, que vai além da prática no skate. Treinando em Florianópolis, ela mantém uma rotina intensa que inclui preparação física, treinos funcionais, academia e acompanhamento psicológico.
Recentemente, a skatista também participou de um campeonato mundial em São Paulo, reforçando o ritmo forte de competições na temporada.
Para este ano, a expectativa é seguir evoluindo e chegar ainda mais preparada nos momentos decisivos. “A ideia é estar pronta para soltar as manobras e fazer exatamente o que a gente quer na hora certa”, concluiu.
Campeã do street: Maria Almeida
A skatista Maria Almeida destacou a conexão especial que tem com a pista de Criciúma e relembrou o início do seu sonho dentro do skate. Em entrevista coletiva, ela contou que o desejo de competir no STU surgiu ainda em 2020, quando assistiu ao evento pela primeira vez.
“Eles gostam da pista e pra mim ela é diferenciada. A primeira vez que eu quis participar do STU foi quando assisti em 2020. Ali eu falei que queria muito andar nessa pista”, afirmou.
Maria também celebrou uma conquista marcante na carreira: o título no street conquistado no ano passado. Para a atleta, alcançar o primeiro lugar justamente após sonhar com aquele momento tornou tudo ainda mais especial.
Érik Borges e Mariana Machado / TN Sul




