Quase 40 casos de mão-pé-boca são registrados em Maracajá

Atividades foram mantidas, mas escolas reforçaram a higienização e orientações a pais e professores

Quase 40 casos da síndrome mão-pé-boca foram registrados nas escolas da rede municipal de Maracajá nas últimas semanas. Apesar do surto, não houve necessidade de suspender as aulas. Apenas em um dia as atividades foram interrompidas para desinfecção dos brinquedos utilizados coletivamente.

A diretora do Departamento de Educação e Cultura, Rosilane Bitencort Marcelino Magagnin, explica que o monitoramento ocorre em parceria com a Vigilância Epidemiológica e a Vigilância Sanitária. “A partir de cinco casos já é considerado surto, então os técnicos vêm até a escola para orientar os funcionários sobre cuidados básicos, como lavar as mãos frequentemente, evitar o compartilhamento de brinquedos e materiais, trocar as luvas a cada troca de fraldas e manter os ambientes limpos e ventilados”, detalha.

Temporário

Nos dias de maior incidência, aproximadamente 30 crianças foram afastadas temporariamente das atividades, enquanto outras 240 continuaram frequentando a creche e as outras duas unidades de Educação Infantil. Para reduzir riscos, as turmas ficaram com número menor de alunos, mas as aulas não precisaram ser interrompidas. “Sabemos que muitas famílias dependem da creche, então buscamos manter as atividades com segurança, priorizando o cuidado e a prevenção”, ressalta a diretora.

Por Alexandra Cavaler/TN Sul.

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