Um novo entrave deixa incerto o início das obras do novo Presídio Regional de Araranguá. Desta vez, os trâmites da licitação para a contratação da empresa que será responsável pelos trabalhos estão parados.
Diante disso, a juíza Lívia Borges Zwetsch Beck, da 2ª Vara Criminal da Comarca de Araranguá e corregedora do Presídio Regional de Araranguá, marcou uma audiência – dia 09 de julho – para saber dos representantes do Governo do Estado, quais os problemas que pararam, outra vez, com o processo licitatório. A detenção do Extremo Sul catarinense está há mais de dez anos interditada por conta da superlotação e infraestrutura precária.
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