Na tarde desta quinta-feira (22), uma reunião realizada na sede da Companhia de Habitação do Estado de Santa Catarina (Cohab), em Florianópolis, marcou um importante passo para a regularização fundiária de aproximadamente 200 residências no bairro Imperatriz, em Criciúma. O encontro teve como objetivo discutir alternativas para conceder as escrituras definitivas das moradias, uma demanda apresentada por moradores da localidade.
Estiveram presentes na reunião o vereador Neri Xavier, o diretor de Planejamento Urbano de Criciúma, Edson Silva, acompanhado de profissionais do setor de habitação do município, além da equipe técnica da Cohab, composta por engenheiros, advogado e a responsável pela área de regularização fundiária.
Durante a conversa, foi apresentada a proposta de realização da Reurb-E (Regularização Fundiária Urbana de Interesse Específico), modalidade destinada a moradores de núcleos urbanos informais que não se enquadram na categoria de baixa renda. A medida permitiria a legalização das moradias, garantindo segurança jurídica aos proprietários.
“A pedido do vereador Neri, nós tivemos uma grande reunião em Florianópolis. Estamos saindo daqui com encaminhamentos importantes. Esse é um pedido do nosso prefeito, Vagner Espindola, de regularizar as situações da Cohab em Criciúma”, destacou Edson Silva.
O vereador Neri Xavier, que articulou a reunião, também avaliou positivamente o encontro. “Queremos agradecer a toda a equipe da Cohab, que nos recebeu muito bem. Saímos daqui hoje não com o problema totalmente resolvido, mas com tudo muito bem encaminhado. Queremos dizer à população que vamos entrar em contato com cada um para seguir com tranquilidade esse processo.”
Como encaminhamento, ficou definido que a Prefeitura de Criciúma, por meio da equipe de Edson Silva, irá estruturar um fluxo de trabalho com os próximos passos. Em seguida, será marcada uma reunião com a associação de moradores do bairro Imperatriz, na qual a proposta será detalhada e as etapas necessárias para a regularização serão explicadas à comunidade.
A expectativa é que, com o avanço da Reurb-E, os moradores finalmente possam ter em mãos os documentos oficiais de suas propriedades, colocando fim a anos de insegurança jurídica e garantindo o direito à moradia regularizada.




