Justiça retira a obrigação do uso de tornozeleira de investigados

Decisão da relatora do caso da Central Funerária, Cinthia Schaffer, foi anunciada nessa quinta-feira

Criciúma
Paulo Paixão
politica@tnsul.com

O caso da Central Funerária de Criciúma ganhou um novo capítulo nessa quinta-feira, dia 28. O Tribunal de Justiça, através da desembargadora Cintia Schaffer, relatora da Operação Caronte, despachou em favor dos investigados que ainda faziam uso da tornozeleira eletrônica, no caso das funerárias.

Neste novo despacho a desembargadora retirou a obrigação do uso da tornozeleira eletrônica, assim como já havia acontecido com o prefeito Clésio Salvaro há algumas semanas. Em sua decisão, a magistrada declarou: “Portanto, cumpridas, na integralidade, até o momento, todas as determinações judiciais impostas, e na ausência de elementos novos acerca do periculum libertatis, autorizo a retirada do monitoramento eletrônico dos denunciados”, disse em parte da decisão a desembargadora Cinthia.

BENEFICIADOS

O novo despacho beneficia os denunciados Juliane Abel Barchinski, Luiz Henrique Cavalli, Gilberto Machado Júnior, Eduardo Mendes Pereira, Eduardo D’Ávila, Hélio da Rosa Monteiro, Gineides Varela da Silva Jr., Anilso Cavalli Jr., Juliano da Silva, Deolindo, Jefferson Damin Monteiro, Thiago de Moraes, Sandro Heil Guaragni e Bruno Ferreira.

NEM TODOS

Ainda de acordo com o novo despacho, quatro envolvidos não foram beneficiados com a revogação, pois teriam descumprido as medidas restritivas nos últimos meses. “Postergo, no entanto, a análise no que tange aos denunciados Henrique Monteiro, Fábio André Leier, Guilherme Mendonça e Leonardo Renan Leier, considerando a notícia e apuração sobre supostos descumprimentos de medida cautelar de afastamento”, restringiu a desembargadora.

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