Tiago Monte
Rio do Sul
Garantido na Primeira Divisão do futebol de Santa Catarina, em 2025, o Caravaggio busca o primeiro título do clube, na história, como profissional. Para isso, o Azulão precisa vencer o Santa Catarina, no domingo, a partir das 15 horas, em Rio do Sul. A partida acontece no estádio Alfredo João Krieck. Após o empate sem gols, no sábado, dia 17, em Nova Veneza, quem vencer fica com o título. Em caso de nova igualdade, a decisão acontece nos pênaltis.
O técnico Luis Carlos Cruz diz que a missão é difícil, mas não impossível. “Conduzimos o Caravaggio à Primeira Divisão e, agora, vamos em busca de um título inédito, contra a excelente equipe de Santa Catarina. Estamos prontos para a final e para conquistar um título. Do outro lado tem um gigante, invicto da competição em casa. A missão é difícil, mas não é impossível”, comenta.
Cruz diz que a palavra de ordem no clube é gratidão. “Chegamos à semana da final e do título. Vamos fechar um trabalho de forma virtuosa, onde gratidão é a palavra de ordem, porque agradecer, como minha avó dizia, é memória do coração”, destaca.
Elogios aos torcedores e dirigentes do clube
O comandante elogia toda a diretoria do clube, além dos demais funcionários. “Temos que olhar ao redor e entender o que aconteceu, em um processo de trabalho feito por uma equipe muito disciplinar, comandada por uma diretoria executiva parceira, correta, cumpridora de seus compromissos e que tentou ao longo dessa jornada das melhores condições para todos nós”, pontua.
Cruz faz questão de agradecer ao apoio dos torcedores e também aos familiares de todos os integrantes do clube. “Quero lembrar dos torcedores, que foram e são parceiros. Eles estarão conosco, acreditando nesse título inédito do clube. Gratidão aos familiares que, de perto ou de longe, mandaram as melhores energias para todos nós, com seu amor. Gratidão a Deus e, no caso, Nossa Senhora do Caravaggio, mas é lógico que no grupo e no mundo ecumênico, no mundo multirracial, no mundo em que a religião, a religiosidade e a fé se externam de várias formas, respeitamos todas as crenças religiosas, mas acreditamos que uma força superior nos guiou e nos conduziu até aqui”, comenta.




