Maracajá
Edson Padoin
cidades@tnsul.com
Uma nova reunião decisiva ocorreu na última segunda-feira, em Maracajá, para discutir medidas cruciais visando o desassoreamento do Rio Sangão na cidade. O encontro contou com a presença do prefeito Aníbal Brambila, vereadores, representantes da Defesa Civil de Criciúma e Maracajá, além de membros da comissão e líderes comunitários.
A cidade de Maracajá é a única que ainda não trabalha no desassoreamento do rio. Além do município, o leito passa por Forquilhinha e Criciúma, onde as obras de desassoreamento estão avançadas para mitigar os impactos das enchentes.
PREOCUPAÇÃO
O Rio Sangão tem sido alvo de crescente preocupação devido ao acúmulo de sedimentos, lixo e até mesmo veículos abandonados, fatores que contribuem para enchentes recorrentes e impactos ambientais significativos.
O presidente da comissão responsável pelo desassoreamento, Gustavo Duminelli, destacou a importância e a produtividade da reunião. “A reunião foi um marco para Maracajá. Conseguimos avançar no projeto de desassoreamento do Rio Sangão, um passo crucial para mitigar futuros danos às comunidades locais”. Duminelli enfatizou que o prefeito Aníbal Brambila confirmou que o projeto está sendo feito e terá um custo estimado de R$ 140 mil.
“Estamos agora organizando uma nova reunião com a comunidade para envolvê-los diretamente no projeto. Queremos garantir que todas as etapas sejam conduzidas de forma transparente e participativa”, afirmou Duminelli. Ele agradeceu o apoio da Câmara de Vereadores e destacou o comprometimento do prefeito em atender às necessidades da comunidade.
ENCHENTE
O desassoreamento do Rio Sangão é uma iniciativa esperada há muito tempo em Maracajá, que se junta a Forquilhinha e Criciúma na busca por soluções efetivas para mitigar os impactos das cheias. Com o projeto em andamento, a expectativa é reduzir os riscos de enchentes e promover a preservação ambiental ao longo do curso d’água.
“Por conta de o município ser o único a não estar fazendo as obras, isso representa um risco iminente para a cidade, já que o aumento do volume de água durante as chuvas pode resultar em enchentes severas na cidade”, completou o presidente da comissão.
As próximas etapas incluem novas reuniões para definir os detalhes operacionais e garantir o envolvimento contínuo da comunidade, consolidando assim um esforço conjunto em prol da segurança.
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