Moradores solicitam melhorias urgentes em loteamento de Criciúma

Principais reclamações são o estado precário do asfalto, falta de iluminação pública e tráfego de veículos pesados

Criciúma
Edson Padoin
cidades@tnsul.com

Os moradores do Loteamento Bolan, situado próximo à Rodovia Governador Jorge Lacerda, no bairro Verdinho, em Criciúma, enfrentam uma série de desafios que têm impactado diretamente a qualidade de vida local. Entre as principais queixas estão o estado precário do asfalto em alguns pontos, falta de iluminação pública, esgoto a céu aberto, tráfego intenso de veículos pesados e a negligência com terrenos abandonados.

De acordo com o estudante e morador do loteamento, Luiz Gustavo Alievi Joaquim, o loteamento existe há mais de 40 anos e conta com em torno de 400 moradores. “É um número bem alto de habitantes e está crescendo cada vez mais, ainda mais com o parque industrial que a prefeitura inaugurou ao lado”, explica.

Segundo ele, o asfalto, em muitos trechos, está tão deteriorado que se torna praticamente intransitável, com buracos e vegetação tomando conta da pista. “Os asfaltos estão quebrados, foram feitos numa camada frágil que não suportou o peso dos veículos”, relata.

RECLAMAÇÕES

Para tentar resolver o problema, os moradores foram até a Diretoria de Trânsito e Transporte de Criciúma (DTT) para solicitar a instalação de uma placa proibindo o trânsito de veículos pesados dentro do loteamento.

“A gente procurou a DTT para resolver esses problemas. Porém, como a gente já esperava, eles acabaram deixando a gente sem resposta, ignorando completamente as nossas solicitações. Foi encaminhado ofícios e conversado com responsáveis. Eles estiveram presentes no local, olharam e disseram que vão fazer algo. Mas até agora nada”, detalha o estudante.

Além dos problemas com o asfalto, o loteamento apresenta falta de iluminação pública em alguns pontos, ⁠esgoto a céu aberto e terrenos abandonados. “Além disso, enfrentamos problemas graves com a falta de iluminação pública e esgoto a céu aberto, que colocam em risco a segurança e saúde dos residentes. Nós temos também a questão do matagal nas beiradas dos asfaltos, bocas de lobos destruídas e pontos para abrigos de parada de ônibus que são inexistentes em alguns lugares”, salienta o morador.

Luiz Gustavo explica ainda que os moradores têm buscado soluções junto às autoridades municipais, porém têm encontrado dificuldades. “Já realizamos várias solicitações e reuniões com representantes municipais, mas as respostas têm sido insatisfatórias. As promessas de melhorias raramente se concretizam”, lamenta. “A parte alta do loteamento, separada do restante, carece de atenção e investimentos. Existem impactos para os moradores que moram aqui. A tendência era que os terrenos valorizassem, contudo, houve uma desvalorização por conta dos problemas.”

Leia a matéria completa na edição desta segunda-feira, dia 24, do jornal impresso Tribuna de Notícias. Ligue para 48 3478-2900 e garanta sua assinatura.

Últimas