Tigre: A disputa pela vaga na lateral-esquerda

Tiago Monte

Criciúma

Com o retorno do lateral esquerdo Hélder, que ficou mais de três meses em recuperação, em função de uma fratura no tornozelo, o técnico Cláudio Tencati ganha uma nova “dor de cabeça”. O então titular absoluto da posição viu Marcelo Hermes chegar, ganhar confiança e se firmar no time, a ponto de se tornar o artilheiro do Criciúma na Série B do Brasileiro com dois gols.

Entretanto, Hélder não se preocupa com a boa forma do companheiro. Pelo contrário, ele exalta o desempenho de Hermes. “Eu estou muito feliz com o momento bom do Hermes. Estou muito contente mesmo. Quem ganha com isso é o Criciúma, o grupo se torna mais forte ainda. Também tem o Gui, que é um menino da base, que tem um futuro”, pontua Hélder.

A semelhança de características entre os jogadores faz com que a tarefa de Tencati seja ainda mais difícil. “As minhas características e do Hermes são parecidas. Ele também gosta de atacar, a parte técnica também… O Hermes é um pouquinho mais novo, uma geração mais nova, então acho um pouco parecido, sim. Como a gente diz: quando tem bons jogadores, quem ganha é a equipe e todo mundo sai contente com isso”, diz Hélder.

Confiante e satisfeito pelo retorno

Helder chegou a ficar seis meses sem jogar – levando em consideração a data da partida contra o Paysandu, que garantiu o acesso ao Tigre, no ano passado – desta forma, ele esbanja alegria ao falar do retorno aos gramados. “Eu fiquei muito satisfeito e contente por ter voltado. Acompanhei meus dados no GPS e foram números bons, pelo tempo que fiquei sem jogar. A gente sabe, com todo respeito à Série B do Catarinense, que o nível da Segunda Divisão do Brasileiro é muito alto. Dentro dos meus números, estou confiante e tenho certeza de que aguentarei um tempo bom na Série B do Brasileiro. Com o dia a dia e o tempo, estarei apto para um nível bom”, diz.

Primeira lesão da carreira do atleta

Quando se lesionou, Hélder chegou a imaginar que havia sido algo mais simples. Ao saber do resultado, o jogador se chateou e ficou preocupado. “Na verdade, quando eu torci o pé, pensei que era algo mais simples. Quando eu fiz o exame, fiquei sabendo do resultado e fiquei chateado. As coisas acontecem no momento certo. Aquele era o momento, não questionei nada, apenas agradeci. Sabia que eu tinha que me preparar mais, me cuidar mais para voltar bem”, diz.

*A matéria completa está no jornal TN desta quinta-feira

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