Sindisaúde entra com ação pedindo bloqueio dos valores da Ozz e Estado

Samu chegou ao terceiro dia de greve em Criciúma e Araranguá. Nesta sexta-feira, às 11h, no Parque das Nações, classe irá realizar uma manifestação

Foto: Divulgação

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Sem nenhuma manifestação da Ozz e do Governo do Estado em relação as reivindicações que desencadearam a greve dos trabalhadores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), desde a última terça-feira, 7, o Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde de Criciúma e região (Sindisaúde), entrou com uma liminar na manhã desta quinta-feira, 9, pedindo o bloqueio das contas da gestora do Samu e do Governo Estado.

“Estamos buscando garantir os direitos destes trabalhadores pela justiça já que foram abandonados pelos seus “patrões”. Eles estão há mais de quatro anos sem reajuste salarial acumulado já em mais de 18%, sem pagamento das férias e sem pode usufruir da mesma nesta pandemia, bem como a falta de pagamento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e precárias condições de trabalho. Só querem receber o que lhes é devido”, explica o presidente do Sindisaúde, Cleber Ricardo da Silva Cândido.

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Cerca de 50% do efetivo do total de 230 estão parados. São enfermeiros, motoristas socorristas, técnicos e rádio operadores das regiões de Criciúma e Vale do Araranguá. Um ato com os funcionários deve acontecer nesta sexta-feira, 10, a partir das 11h, no Parque das Nações, em Criciúma.

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