Nacional: Liminar mantém réus da boate Kiss em liberdade

Espuma que espalhou fogo foi alvo de debate durante julgamento sobre a segunda maior tragédia do tipo no país desde 1961

Foto: Reprodução TJ - RS/R7

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Porto Alegre

Responsável por presidir o júri sobre o incêndio da Boate Kiss, o juiz Orlando Faccini Neto chegou a decretar a prisão dos quatro réus, mas um habeas corpus concedido pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul suspendeu a medida. Os desembargadores do TJ-RS vão analisar o caso.

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O habeas corpus foi dado inicialmente a Elissandro Spohr, conhecido como Kiko, que era sócio da boate que pegou fogo em 27 de janeiro de 2013, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul.

 Depois, foi concedido aos demais réus do julgamento — Mauro Londero Hoffmann, outro sócio do estabelecimento e único que não estava no local na noite do incêndio, Marcelo de Jesus dos Santos, vocalista da banda Gurizada Fandangueira, e Luciano Bonilha Leão, roadie do grupo musical. As defesas dos réus negam responsabilidade pelos mortos e feridos.

Cabe recurso a instâncias superiores. Há ainda discussão em andamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o cumprimento imediato de condenações definidas pelo Tribunal do Júri.

*Via CNN Brasil

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