Um ano com poucas lesões no Criciúma

Criciúma

Sabedores que em um ano de intensidade de competições há inevitavelmente uma série de lesões musculoesqueléticas que levam ao afastamento de atletas de suas atividades, o departamento médico do Criciúma avaliou o encerramento do Campeonato Brasileiro da Série C de forma positiva.

Durante a competição nacional, que confirmou o acesso do Tigre na Série B de 2022, o elenco profissional teve apenas oito atletas afastados por lesões musculares, ocorridas em jogos e treinos. “Em um trabalho conjunto de todo o departamento médico no Centro de Treinamento Antenor Angeloni, a prevenção de lesões foi um fator determinante. Entre os oito lesionados da competição nacional, tivemos somente um por artralgias em membros inferiores com um tempo médio de 14 dias de permanência no DM. Tivemos prejuízos técnicos e financeiros mínimos ao clube”, comemorou o diretor médico Marcelo Beirão.

Sobre a recuperação dos jogadores do elenco carvoeiro, o fisioterapeuta do clube, Fabrício Gonçalves, explica que a média do período de transição igualou os times de Série A e Série B do Campeonato Brasileiro. “O período de transição, que corresponde entre a saída do atleta da fisioterapia, os cuidados da preparação física do mesmo e o reinício de treinos com o grupo, foi em média de nove dias, o que confirma o trabalho realizado nos ótimos números”, destacou.

Os curtos períodos entre a lesão e a volta do atleta aos treinamentos são de grande importância para a comissão técnica, que necessita de todo o grupo à disposição para o aproveitamento em treinos e jogos. “Esse é um trabalho conjunto entre os médicos e fisioterapeutas do clube, somados ao setor de fisiologia, preparação física e nutrição. Além disso, temos o suporte dos vídeos gravados pela análise de desempenho. Podemos entender melhor a lesão assistindo como ela aconteceu”, acrescentou o médico Ricardo Furtado.

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