Criciúma
Com 45 anos de profissão, Romulo Cézar Pizzolatti atua como nefrologista e clínico geral (RQE 2806 – CRM 1868). Aos 69 anos de idade, ainda não pensa em deixar a profissão. “Não é fácil a gente deixar a medicina, sabe? Eu acho que não vou clinicar por muito tempo mais, mas, por enquanto, vou manter um período do meu dia atendendo no consultório, na hemodiálise. Acredito que ainda vão alguns anos”, diz.
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Ele iniciou na profissão devido ao gosto pelas ciências biológicas. “Isso me fez inclinar para a medicina. Eu sempre fui um mau aluno em física, matemática e ciências exatas. A medicina me aproximou mais do que eu gostava: ciências biológicas”, ressalta.
Para o médico, uma das maiores dificuldades, para os novos profissionais, é escolher uma especialidade para seguir. “Como houve a abertura de muitas escolas médicas no país, estão se formando centenas de médicos, anualmente. E isso chega a um ponto que as áreas da medicina são preenchidas em quase todas as regiões. É difícil escolher uma especialidade que tem muito ou pouco campo”, finaliza.




