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quinta-feira, agosto 20, 2026

Polícia Civil prende três suspeitos em operação contra tráfico em SC

Ação cumpriu nove mandados de busca e apreensão em Criciúma, Forquilhinha e Treviso

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quarta-feira, 19, uma operação contra uma estrutura investigada por tráfico e associação para o tráfico de drogas. A ação resultou em três prisões e no cumprimento de nove mandados de busca e apreensão em Criciúma, Forquilhinha e Treviso.

A operação foi coordenada pela Delegacia de Combate às Drogas (DECOD) do Departamento de Investigações Criminais (DIC) de Criciúma, com apoio da Polícia Militar. Segundo a investigação, o grupo seria responsável pela comercialização e distribuição de cocaína na região.

Entre os presos está um homem conhecido como “Neném” ou “Neném Boiadeiro”, apontado pela polícia como um dos principais distribuidores de cocaína investigados. Ele já havia sido preso há cerca de dois meses, em Vacaria (RS), após permanecer foragido da Justiça por aproximadamente oito anos. Na ocasião, havia contra ele um mandado relacionado a uma condenação anterior por tráfico de drogas.

Conforme a Polícia Civil, as novas investigações apontam que, durante o período em que esteve foragido, o suspeito teria continuado atuando no tráfico e distribuindo cocaína para outros envolvidos na região. A nova ordem de prisão cumprida nesta quarta-feira está relacionada aos fatos investigados.

Outro preso é um homem de 20 anos, apontado como braço direito de “Neném Boiadeiro”. Segundo a investigação, ele teria participação na comercialização das drogas e no recolhimento de valores provenientes do tráfico. A terceira prisão foi de outro investigado que, conforme a polícia, também atuava no recolhimento de dinheiro em Criciúma e Forquilhinha.

A operação contou com a participação de diversas unidades da Polícia Civil, incluindo o Núcleo de Operações com Cães, a Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) e o Serviço Aeropolicial (SAER). Pela Polícia Militar, participaram policiais da Rádio Patrulha e do CEPAE do 9º Batalhão.

As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos, além de fornecedores, distribuidores e a movimentação financeira relacionada ao grupo.

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