Criciúma
Thiago Oliveira
Fios soltos sobre a calçada da rua Guilherme Locks, próximo à Escola Municipal de Educação Básica Giácomo Zanette, no bairro Santo Antônio, em Criciúma, têm preocupado moradores e lideranças comunitárias. A situação preocupa moradores, principalmente pela circulação de crianças no trecho, e virou exemplo de uma reclamação mais ampla: a demora no atendimento às demandas dos bairros mais afastados da região central.
O problema, segundo o presidente da Associação de Moradores do Bairro Santo Antônio (Ambosa), Hugo Nascimento, foi comunicado à Celesc antes das férias escolares, mas os cabos continuam no local. “Já entrei em contato direto com o gerente da Celesc, que é o Marcelo. Pedi para ele, ele me falou que me pediu, que eles têm um grupo que eles se falam com as empresas de comunicação, de telefonia e internet, e até agora nada”, relata.
SEM DATA
Para Hugo, a proximidade com a escola torna a situação especialmente preocupante. “As crianças passam do lado. Está em cima da calçada. Eles dizem que não está eletrificado. Mas como você vai passar do lado de um fio daqueles? E se dá um curto?”, questiona.
A reportagem procurou o gerente regional da Celesc, Marcelo de Vila Oliveira. Ele informou que a solicitação já foi encaminhada às empresas compartilhadoras dos postes, responsáveis pela retirada dos cabos. Ainda não há, porém, uma data definida para a execução do serviço.
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