A confirmação dos primeiros casos de greening, considerada a doença mais devastadora da citricultura mundial, no Rio Grande do Sul acendeu um sinal de alerta também em Santa Catarina. O foco foi identificado em um pomar no município de Palmitinho, no norte gaúcho, próximo à divisa catarinense.
A doença afeta plantas cítricas como laranjeiras, limoeiros e bergamoteiras, causando queda na produção, deformação dos frutos e, em casos mais avançados, a morte das árvores. Embora não represente risco à saúde humana, o impacto econômico para os produtores pode ser significativo.
Segundo as autoridades fitossanitárias, a principal suspeita é que a contaminação tenha ocorrido por meio de mudas irregulares já infectadas. Após a confirmação laboratorial, equipes foram mobilizadas para conter o foco e evitar a disseminação da doença.
A proximidade com Santa Catarina preocupa o setor agrícola, já que o estado possui importantes áreas de produção de frutas cítricas. O controle do trânsito de mudas e a fiscalização dos pomares devem ser intensificados na região.




