No início de agosto, Criciúma anunciou o Programa Municipal de Internação Involuntária de Dependentes Químicos e de Pessoas com Transtornos Mentais. A proposta cria mecanismos legais para intervenção clínica em situações de emergência, com respaldo técnico e jurídico. Passadas semanas da aprovação, o programa ainda não teve início.
A Secretaria de Saúde está em processo de credenciamento das clínicas que receberão os pacientes. “Visto que não pode ser nas comunidades terapêuticas que são credenciadas hoje”, explica a secretária municipal de Assistência Social, Dudi Sônego. Enquanto isso, o município contabiliza 150 internações voluntária
Por Thiago Oliveira / TN Sul.
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Internações involuntárias seguem no papel em Criciúma
Quase um mês após a lei, programa ainda não foi iniciado




