Florianópolis/Içara
Maíra Rabassa
politica@tnsul.com
Após o aparecimento espontâneo da jovem Priscilla Semonetti Pizzetti, 31 anos, a equipe da Delegacia de Polícia de Pessoas Desaparecidas (DPPD), aguarda pelo depoimento da professora de educação física para que sejam esclarecidas as circunstâncias do seu sumiço no último fim de semana. Segundo o delegado do caso, Wanderlei Redondo, Priscilla estava sem condições e alegou não estar bem, por conta disso, irá se declarar para a Polícia Civil no decorrer do dia de hoje.
DÚVIDAS
“Amanhã (hoje) vamos conversar com ela. Não estava legal para levantar e falar hoje (ontem). Precisamos saber das circunstâncias do desaparecimento para podermos encerrar o caso. Tudo indica que foi uma briga e que ela saiu para dar um tempo”, avalia o delegado Redondo. Priscilla reapareceu na manhã de ontem na casa de uma prima na capital catarinense. Segundo parentes, ela estava bastante atordoada e chorava muito.
Relembre sobre caso que mobilizou a região
Priscilla, que mora em Içara, estava de viagem com amigas a Florianópolis e, após uma possível discussão com as colegas, ela saiu da casa onde estavam e não voltou mais. Como a família não teve mais notícias da professora, acabaram registrando um Boletim de Ocorrência virtual anunciando o sumiço, que teria ocorrido no sábado, 27, depois das 22h. Segundo o irmão, Patrick Pizzetti, Priscilla estava em um imóvel alugado no Canto da Lagoa da Conceição quando resolveu sair com todas as suas roupas, supostamente por conta de uma discussão com as colegas.
Celular
O que deixou as autoridades e familiares mais apreensivos, foi o fato do celular da mulher ter sido localizado horas depois do desaparecimento, em uma região longe da residência onde ela estava, conforme informações da Polícia Militar da Capital. O aparelho foi encontrado por um motoboy e entregue aos policiais militares.
Leia mais matérias completas na edição desta quarta-feira, dia 31, do jornal impresso Tribuna de Notícias. Ligue para 48 3478-2900 e garanta sua assinatura.




