Os trabalhadores metalúrgicos de Criciúma e região iniciaram uma greve nesta quarta-feira, 23 de setembro, como forma de pressionar pelo avanço das negociações salariais da categoria. A primeira empresa a aderir à paralisação foi a Sical, em Criciúma.
Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Criciúma e Região, João Batista da Silva, o Boca, as negociações com o sindicato patronal se arrastam desde maio, mês da data-base da categoria, sem que tenha sido apresentada, até o momento, uma proposta que represente valorização dos trabalhadores.
A proposta sinalizada até agora prevê 4,11% de reajuste geral, índice correspondente à inflação do período.
“A negociação se arrasta desde o mês de maio, data-base da categoria, sem uma proposta de valorização do sindicato patronal. A nossa pressão é para garantirmos ganho real, que vá além da reposição da inflação. Por isso, os trabalhadores decidiram pela greve”, afirma.




