8.8 C
Criciúma
quarta-feira, setembro 16, 2026

Presidente do sindicato espera fim da greve da Caixa ainda nesta semana

A paralisação nacional teve início na última quinta-feira, 11, e começou nesta terça-feira na base de Criciúma e região

Os bancários da Caixa Econômica Federal de Criciúma e região decidiram pela manutenção da greve. No entanto, o presidente do Sindicato dos Bancários de Criciúma e Região, Laércio Silva, afirma estar otimista com a possibilidade de um acordo ainda nesta semana. A paralisação nacional teve início na última quinta-feira, 11, e começou nesta terça-feira na base de Criciúma e região.

A decisão pela continuidade do movimento foi tomada em assembleia. Dos 34 participantes, 28 votaram a favor da manutenção da greve, o equivalente a 82,35%. Um voto foi contrário e cinco pessoas se abstiveram.

Segundo o presidente do sindicato, o principal impasse nas negociações não está na questão salarial. A categoria teria condições de aceitar a reposição da inflação e o aumento real de 0,6% neste ano e no próximo.

O ponto de maior divergência é o plano de saúde dos empregados. Conforme o sindicato, a Caixa estabeleceu um teto de participação de 6,5% da folha de pagamento no custeio do benefício. Para a entidade, o limite é insuficiente e acaba transferindo aos trabalhadores parte da responsabilidade pelo financiamento do plano.

Além da questão financeira, o presidente também criticou a postura da vice-presidência de pessoas da Caixa durante as negociações. Segundo ele, a condução do processo teria aumentado a insatisfação entre os empregados.

No entanto, Laércio acredita na possibilidade de uma solução para a greve ainda nesta semana. “Sou bastante otimista em relação a isso”, comentou o presidente.

Atendimento

Durante a paralisação, os serviços de autoatendimento das agências continuam funcionando. O sindicato destaca ainda que parte dos serviços pode ser realizada pelos clientes por meio do aplicativo e do internet banking.

“Tem muito procedimento que, naturalmente, as pessoas fazem de casa. É claro que a paralisação traz desconforto. A gente lamenta por isso. Mas esperamos que essa situação se resolva o mais breve possível”, pontuou Laércio.

Últimas