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terça-feira, setembro 1, 2026

Adjori emite nota repudiando fala de vereador de Nova Veneza

O vereador Felipe Niehues Furlan (PSDB) chamou de absurdo o valor da contratação anual de assinaturas de jornais impressos

A Associação dos Jornais do Interior de Santa Catarina (Adjori) emitiu uma nota de repúdio em seu perfil do Instagram na tarde desta terça-feira, 1º, sobre a fala do vereador Felipe Niehues Furlan (PSDB), de Nova Veneza, que durante a Sessão Ordinária do dia 9 de junho, chamou de “gasto absurdo” a contratação assinaturas anuais de jornal impresso por R$ 1.800.

O parlamentar argumentou que, na era digital, duas assinaturas seriam suficientes e que estudantes e servidores utilizariam predominantemente o celular para acessar informações.

A associação ainda chama a situação de “preocupante” e rebateu: “A existência de novas tecnologias e o crescimento do consumo de informação por meios digitais não tornam o jornal impresso obsoleto, tampouco diminuem a relevância do jornalismo produzido por profissionais.”

Confira a nota:

A Associação dos Jornais do Interior de Santa Catarina (Adjori/SC), que reúne 106 empresas jornalísticas associadas, que atuam no meio impresso e digital, solicita que a presente Nota de Repúdio seja lida integralmente em Plenário, para que o posicionamento institucional da entidade em defesa do jornalismo profissional, da imprensa local e do direito de acesso à informação seja formalmente apresentado e registrado nos anais desta Casa Legislativa.

A Adjori/SC, manifesta seu veemente repúdio às declarações feitas pelo vereador Felipe Niehues Furlan (PSDB), de Nova Veneza durante a Sessão Ordinária da Câmara de Vereadores, realizada em 9 de junho de 2026, a respeito da contratação de assinaturas de jornal impresso pelo poder público municipal.

Durante sua manifestação, o parlamentar classificou como “gasto absurdo” a contratação de dez assinaturas anuais de jornal impresso, no valor total de R$ 1.800, argumentando que, diante da atual era digital, duas assinaturas seriam suficientes e que estudantes e servidores utilizariam predominantemente o celular para acessar informações.

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