A defesa de J.G.R.S, investigado pela morte de Joviana Evelyn, em Sangão, divulgou uma nota nesta quinta-feira (13) para afirmar que a família do suspeito não tinha conhecimento prévio dos fatos e não participou de qualquer tentativa de ocultação.
Segundo os advogados, J.G.R.S morava com a mãe e a avó. A defesa alega que a dificuldade auditiva da mãe e o hábito do investigado de permanecer com o quarto fechado durante os períodos de descanso fizeram com que as familiares não suspeitassem do ocorrido.
A nota afirma que a família soube da situação somente na manhã de segunda-feira (10), depois que o próprio José Gustavo relatou o que havia acontecido. Conforme a defesa, os familiares o conduziram à delegacia e o colocaram à disposição das autoridades.
Os advogados também manifestaram condolências aos familiares e amigos de Joviana e afirmaram que a família do investigado não compactua com nenhuma forma de violência, especialmente contra mulheres.
A defesa não apresentou detalhes sobre a dinâmica do caso, alegando que o processo tramita sob segredo de Justiça. J.G.R.S permanece preso preventivamente. A nota é assinada pelos advogados Jardel Soares Luciano e Emanoela Costa da Silva.
Érik Borges / TN Sul



