O assalto ao Banco do Brasil, em Criciúma, em dezembro de 2020 ficou marcado na história da cidade e do estado catarinense. Denominados como “novo cangaço”, o estilo de roubo dos faccionados impressionou a todos pelas armas de grosso calibre utilizadas, número de envolvidos, explosivos, munições e logística apurada, com meses de planejamento.
Esse é só um exemplo do que as grandes facções criminosas conseguem realizar quando o assunto é roubo. Por crimes como esses, uma lei precisa ser sancionada até hoje para não perder o prazo de validade.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem até esta terça-feira (24) para decidir se sanciona o projeto de lei Antifacção, que endurece penas para integrantes de facções criminosas.
A proposta, aprovada pelo Congresso Nacional, amplia punições, fortalece investigações e permite o uso de bens apreendidos para financiar a segurança pública.
O texto também prevê penas mais duras para crimes com explosivos, armamento pesado e ataques coordenados, como os ligados ao chamado “novo cangaço”.
Érik Borges / TN Sul




