Criciúma faz a primeira final na Superliga B

Equipe do Vôlei Mampi precisa vencer o Asa Alumínio, em Campinas, para ainda ter chances de escapar do rebaixamento na disputa nacional

Tiago Monte

Campinas/SP

A equipe de vôlei feminino do Mampituba/FME Criciúma/Radar/Unesc faz a primeira das duas finais que terá na Superliga B. O confronto diante do Asa Alumínio, em Campinas, pela 12ª rodada da competição é decisivo para o time criciumense e só a vitória interessa.

Com oito pontos, na tabela de classificação, e abrindo a zona de rebaixamento, o time de Criciúma mira a Ascade, de Brasília, que tem 11 pontos e está um posto acima, como adversário direto na luta contra a queda para a Superliga C. A equipe da Capital Federal jogará, em casa, contra o Abel Moda Vôlei, de Brusque, que venceu as 10 partidas que fez, até agora, e tem 100% de aproveitamento.

O time paulista, adversário de Criciúma deste sábado, às 19h30, tem apenas seis pontos na classificação. A partida é considerada de fundamental importância por Luciano. “Agora, só a vitória nos interessa, principalmente no próximo jogo, que vai ser fundamental. Isso porque o time de Brasília tem 11 pontos, mas tem o mesmo número de vitórias que nós. Então, a gente espera que o time de Brasília perca os dois próximos jogos. Assim, a gente ganhando o próximo jogo, nos salvamos pelo número de vitória. Essa é a conta”, explica o técnico do time de Criciúma, Luciano Iribarrem Carvalho.

Último desafio da fase será no Ginásio da Unesc

Além de vencer as últimas duas partidas – ou ter uma derrota por 3 sets a 2, que também gera ponto – há a necessidade das criciumenses “secarem” o time da Ascade, de Brasília. “A gente precisa ganhar o próximo jogo, primeiramente. Depois, torcer que o time de Brasília perca. Depois, na última rodada, a gente torce para que tenham dois resultados iguais: vitória nossa e vitória deles ou por duas derrotas. Assim, a gente está salvo. Pelo menos é o cálculo que a gente está fazendo agora. Obviamente que, com duas vitórias, eu tenho certeza que a gente se salva”, comenta Luciano.

As meninas de Criciúma jogam no sábado, fora de casa, contra as paulistas e, depois, no dia 13, uma sexta-feira, contra o Pinhalense, no Ginásio da Unesc. “Vamos buscar os resultados para depender só de nós. Vamos tentar, primeiramente, fazer um bom jogo lá contra a equipe do Asa Alumínio, em Campinas, e, depois, fazer uma ‘final de Copa do Mundo’ em casa contra a equipe do Pinhalense para tentar permanecer na Série B”, enfatiza o treinador.

Os quatro últimos times caem para a Terceirona

Ao todo, são 14 equipes participantes da competição que conta com grandes nomes do esporte nacional.  Além do time de Criciúma estão na competição o E.C. Pinheiros, Ascade, Abel Moda Vôlei, Realizar, São Caetano, Pinhalense Zagonel, Sesi Bauru, Asa Alumínio Vôlei, Londrina Vôlei, Ceará SC, Recife Vôlei, Clube de Regatas do Flamengo e Prefeitura de Chapecó/ACV/Unoesc.

Cada vitória por três sets a zero ou três sets a um garantem três pontos na tabela. Vitória por três sets a dois gera dois pontos e uma derrota por três sets a dois assegura um ponto na tabela. Derrota por três sets a zero ou três sets a um, não garante pontos.

As oito primeiras colocadas, ao final da primeira fase, se classificarão para as quartas de final. Apenas campeã e vice estarão classificadas para a Superliga A de 2026/2027. Os quatro últimos colocados serão rebaixados para a Superliga C.

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