Acic intensifica presença e reforça bandeiras por desenvolvimento regional

Presidente Franke Hobold completa primeiro ano com foco em logística, competitividade e fortalecimento dos associados

Thiago Oliveira

Assumir a presidência da Associação Empresarial de Criciúma (Acic), no início de 2025, significou, para Gilberto Francisco Hobold, o Franke, como é mais conhecido, mais do que comandar uma das entidades mais influentes da região. Um ano depois, ele descreve o período como “gratificante” e reafirma o peso de estar à frente de uma organização que extrapola os limites de Criciúma.

“Estou completando agora o primeiro dos meus três anos como presidente da Acic. Foi uma experiência gratificante. Sempre é uma honra ser presidente da Acic. É uma entidade que tem a respeitabilidade não só em Criciúma, em toda a região. Para lá se dirige muitas vezes a maioria das pautas de Criciúma e das pautas da região. Então, ser presidente da Acic, é uma honra e é uma responsabilidade muito grande. E eu quando assumi sabia disso, porque eu tinha sido vice-presidente do Valcir [Zanette, presidente anterior] e sabia dessa responsabilidade”, afirma.

Na rotina do empresário, que também é CEO da Plasson do Brasil, uma das maiores referências industriais do Sul catarinense, o ano foi marcado por protagonismo em temas estratégicos e pela atuação direta em pautas que afetam o desenvolvimento econômico regional. “Tem muita demanda, que a gente está conciliando junto com as atividades privadas. Não é fácil. É um trabalho que toma bastante tempo, mas que é necessário. Alguém precisa ter essa liderança da entidade. Eu acho importante”, disse.

Morro dos Cavalos: presença e pressão constante

Entre as principais bandeiras levantadas pela Acic em 2025, Hobold destaca a busca por soluções para o trecho do Morro dos Cavalos, na BR-101, um dos gargalos que mais afetam a logística e o escoamento de produção do Sul de Santa Catarina. “Tivemos uma grande luta na questão do Morro dos Cavalos. A gente está vendo a questão do Morro dos Cavalos andar. Podem não ter conseguido uma solução definitiva, mas o assunto caminhou esse ano. E isso que é o mais importante. A gente está prestes a ter uma solução”, avalia.

A participação ativa em audiências e debates se tornou uma marca da gestão. “Eu fui a Capivari de Baixo na audiência pública. Fui a Brasília, na audiência pública. A gente tem que se fazer presente para cobrar isso. Nós vamos buscar tempo para poder estarmos lá, porque a gente tem que cobrar das nossas lideranças políticas soluções para os nossos gargalos aqui na região”, enfatiza.

A entrevista completa você lê no Jornal Tribuna de Notícias desta segunda-feira.

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