Depois de mais de 10 anos de interdição por superlotação e infraestrutura precária, ficou definida a empresa que irá realizar a construção do novo Presídio Regional de Araranguá. A vencedora foi a Camilo & Ghisi Ltda., com valor de pouco mais de R$ 54,4 milhões. A homologação foi assinada por Jerry Comper, secretário de Infraestrutura e Mobilidade (SIE) de Santa Catarina e foi publicada no Diário Oficial do Estado na última sexta-feira, 19. A previsão é de que as obras tenham início no primeiro semestre de 2026, segundo o cronograma técnico-administrativo estabelecido e as etapas legais do processo.
PROJETO
Conforme a publicação oficial, a Secretaria de Estado da Infraestrutura e Mobilidade homologou o resultado da Concorrência Eletrônica nº 0203/2025, que trata da contratação de empresa especializada para a execução das obras de construção do presídio/penitenciária de Araranguá. O projeto prevê 10.477,60 metros quadrados de área construída e 3.133,46 metros quadrados de demolição, na rua Renato Carbonera, nº 500, bairro Polícia Rodoviária.
O vereador Juliandro Jacques, é uma das lideranças da região, que esteve à frente das cobranças com o Estado para que o processo seguisse adiante. “Essa é uma conquista importante para Araranguá. Não foi um trabalho de um dia só. Desde o começo do mandato cobramos, questionamos e acompanhamos de perto, porque sabemos da necessidade urgente dessa obra para a segurança pública e para a dignidade no sistema prisional. Estamos falando de mais segurança para a população, melhores condições de trabalho para os servidores e mais organização no sistema prisional. É um investimento alto, mas necessário e que traz reflexos diretos para toda a região”, destaca o parlamentar.
Com a homologação concluída, o processo segue agora para a Secretaria de Estado da Justiça e Reintegração Social (Sejuri), que encaminhou para a Diretoria de Administração Financeira (DIAF) que dará início aos trâmites necessários à formalização do contrato. O vereador afirmou que continuará acompanhando as próximas etapas. “Nosso papel é fiscalizar e cobrar até o fim. Agora vamos seguir atentos para que a contratação aconteça rapidamente e que a obra inicie o quanto antes. Araranguá esperou muito por esse momento”, conclui Jacques.
Por, Maíra Rabassa




