Thiago Oliveira
Na semana passada, após a vitória sobre o Atlético Goianiense, o técnico Eduardo Baptista fez um pedido: lotar o estádio Heriberto Hülse. E o torcedor atendeu. Foram 19.222 pessoas que apoiaram o time durante os 90 minutos. Mas a festa começou bem antes. Desde sexta-feira, era impossível andar pelas ruas de Criciúma sem encontrar alguém vestindo a camisa do Tigre.
Mesmo com 30 anos de experiência no futebol, o treinador carvoeiro admitiu ter se emocionado com o que viu. “Não posso deixar de elogiar o nosso torcedor que bateu o recorde aqui. O nosso público fez uma festa linda. Mas principalmente agradecer a cidade de Criciúma. Nunca me senti tão abraçado como eu me senti essa semana. O carinho que teve, a corrente positiva que foi feita. Muito especial. Uma semana muito especial, uma corrente muito positiva como eu nunca tinha vivido antes. Uma confiança passada para a gente e, lógico, ela segue em um momento de responsabilidade. Quero agradecer a cidade de Criciúma, que vestiu as cores do Criciúma. O que eu senti, e eu já trabalhei em muitos clubes de massa, a experiência que eu tive essa semana é surreal. É só agradecer”, destacou após o jogo com o Botafogo-SP.
Baptista elogiou o adversário deste domingo e confirmou que esse não era um jogo qualquer. “Vencemos um adversário que vinha há seis jogos sem perder. Vem em uma recuperação fantástica e ele praticamente tira de combate o Cuiabá, tira de combate o Novorizontino e complica muito a vida da Chapecoense. O jogo de hoje tinha um envolvimento bastante forte. E acreditar nesses meninos, esses atletas corresponderam bem, fizeram o que foi combinado e foram premiados com a vitória. Hoje era um jogo diferente dos outros 36. Era um jogo de decisão. Ele acaba pesando mais e a gente teve o equilíbrio de sustentar até o final e sair com uma vitória importante para a gente”, avaliou.
A entrevista completa você confere na edição desta segunda-feira do Jornal Tribuna de Notícias.




