O Criciúma Esporte Clube é a paixão que une todo o Sul de Santa Catarina e para demonstrar esse amor, a diretoria da Sociedade Recreativa e Esportiva Naspolini (Sorena) resolveu homenagear o clube.
A partir do sábado, dia 16, as equipes Master e Veterano passarão a usar um uniforme com as cores do Tigre. Será mais uma opção de camisa para os jogos que acontecem todos os finais de semana.
O adversário, na inauguração do novo jogo de camisas, será o time do 28º Grupo de Artilharia de Campanha (GAC) do Exército. “As nossas cores são verde e branco. Essa é uma homenagem para o clube, pelo título da Copa do Brasil de 91, e para a cidade de Criciúma que completa 100 anos em novembro. Nós vamos inaugurar as camisas no dia 16 e vamos usar direto. A gente tem vários uniformes e vamos alternar. Alguns jogos vamos usar esse e outros jogos será o verde. A gente nunca usa todo fim de semana o mesmo uniforme”, explica Braz Lourivaldo Bony, presidente da Sorena.
Duas equipes
Atualmente, a Sociedade tem duas equipes: Master e Quarentão. No primeiro, apesar do nome, podem atuar jogadores de qualquer idade. Com o final dos campeonatos amadores, exceto os organizados pelas Ligas, na região, caiu a exigência de atletas com mais de 35 anos. Já o segundo time determina que os integrantes tenham mais de 40 anos.
“O Quarentão joga, em média, dois jogos por mês. E o Master, às vezes, joga três ou quatro jogos. Depende da tabela. A gente acaba dando oportunidade para os mais novos jogarem: aqueles que estão abaixo de 30 anos. Eles participam e pagam mensalidade para ajudar na organização”, comenta Daniel de Oliveira Ronchi, diretor de esportes da Sorena.
Apesar de não haver uma competição com tabela e classificação, os jogos acontecem todos os finais de semana e são organizados entre os presidentes das associações dos bairros. “Existe um grupo de WhatsApp dos times da região e é lá onde se combina tudo. E sempre com um ano de antecedência. Então, por exemplo, a tabela de 2026 está prontinha e com jogos até o final do ano. A gente sempre se programa um ano antes, para que os adversários combinam o pós-jogo: em todos os jogos têm ali um churrasquinho ou, às vezes, um jantar, dependendo do que o adversário quer. É feita essa confraternização para interagir com os outros times da região”, detalha Daniel.
Estatísticas
Para estimular a presença dos jogadores, o próprio time do bairro Naspolini faz um controle das estatísticas que geram premiações. “A gente faz uma premiação interna por ano: tem o artilheiro, vice-artilheiro, o jogador que menos faltou durante o ano, entre outros prêmios. Então, a gente faz questão de reunir as famílias para isso também porque, muitas vezes, se tu não trouxer a família junto, acaba perdendo um pouco da essência. O futebol é isso: união e confraternização”.
Por Tiago Monte / TN Sul.
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