Tiago Monte
Goiânia/GO
Antes do começo da rodada, o Goiás liderava a Série B. Desta forma, o técnico Eduardo Baptista exaltou a conquista do ponto fora de casa. “O primeiro tempo foi perfeito, tanto defensiva como ofensivamente. Conseguimos cumprir tudo. Tivemos um tempo bom para treinar e a gente conseguiu aplicar tudo isso, principalmente dentro do primeiro tempo. A gente conseguiu fazer o que o jogo pedia: competir. E conseguimos um ponto contra uma equipe que era líder até duas rodadas atrás. Então, é um resultado justo e, agora, é em casa: temos que fazer os três pontos e continuar subindo e evoluindo”, diz o treinador do Criciúma.
A saída de Zé Gabriel, no intervalo, nada teve a ver com a negociação de renovação de contrato do jogador com o Criciúma. “Ter um zagueiro com cartão amarelo, com os jogadores rápidos que o Goiás tem, não é uma boa opção. A gente decidiu, então, fazer a alteração. A gente perdeu um pouquinho do controle da partida com a saída do Zé, mas conseguimos seguir marcando. Sofremos um pouco com as bolas longas. A troca não teve a ver com a negociação, não. A gente estava bastante concentrado para o jogo”, explica Eduardo Baptista.
O treinador criticou a arbitragem confusa do cearense Luciano da Silva Miranda Filho. “Eu acho que, se teve alguém prejudicado, fomos nós. Apanhamos o jogo inteiro. O Nicolas teve 10, 12, 15 faltas dos zagueiros e nada aconteceu. Meia falta nossa e ele deu o cartão. Ele deu o amarelo pro Gui (Lobo), depois pro Zé (Gabriel). Então foi bastante confuso e gerou um jogo confuso, mas acho que a gente suportou bem, teve equilíbrio e maturidade. Fizemos um jogo de Série B: competimos e brigamos”, finaliza.




