A Defensoria Pública organiza uma ação conjunta com o Ministério Público para a interdição temporária do Centro de Atendimento Socioeducativo Regional (Case Sul) de Criciúma. A falta de agentes socioeducativos na unidade é a principal motivação para a ação.
De acordo com a defensora pública Ludmilla Maciel, da 4ª Defensoria Pública de Criciúma, conforme determina a Lei do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase), a cada 20 internos, seria necessário uma equipe com no mínimo um enfermeiro, psicólogo, assistente social, pedagogo, além de agentes socioeducativos para escolta e segurança dos internos. A instituição conta com 60 vagas e, atualmente, está com 56 adolescentes.
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