Pequena, silenciosa e perigosa: os riscos da picada da aranha-marrom

Mainara Figueiredo Cascaes, bióloga, professora e pesquisadora da Unesc detalha como identificar, os hábitos do aracnídeo, como prevenir acidentes e prirmeiros cuidados

Criciúma
Alexandra Cavaler

Discreta, de hábitos noturnos e geralmente invisíveis aos olhos até que o problema ocorra: assim é a aranha-marrom (Loxosceles), espécie que habita ambientes urbanos e pode representar risco grave à saúde humana. Apesar do tamanho pequeno (cerca de 1 a 4 centímetros) e aparência inofensiva, sua picada é uma das mais perigosas entre os aracnídeos encontrados no Brasil.

A presença da aranha-marrom em residências e ambientes urbanos tem crescido, impulsionada por alterações ambientais e redução de seus habitats naturais. Com isso, crescem também os registros de acidentes, especialmente no sul e sudeste do país. Mas quais os riscos reais da picada? Como identificar o animal? E, acima de tudo, como se proteger?

Leia a matéria completa na edição desta segunda-feira, dia 23, do jornal impresso Tribuna de Notícias. Ligue para 48 3478-2900 e garanta sua assinatura.

Últimas