Criciúma
Luan Ghisi
policia@tnsul.com
A cidade de Criciúma recebeu uma importante novidade relacionada com a sua Segurança Pública na tarde de ontem. Isso porque o Governo Municipal oficializou a entrega de um terreno que será utilizado para a construção de um novo Núcleo de Operações com Cães (NOC), da Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC). Em cerimônia realizada na Delegacia Regional de Polícia (DRP), o prefeito Clésio Salvaro assinou o termo de cessão de uso à Secretaria de Estado de Segurança Pública, em relação ao local em que a nova estrutura será construída. Os próximos passos envolvem a coleta de recursos para a viabilização das obras.
O encontro também contou com a presença de outras lideranças políticas e de Segurança Pública da região, como André Milanese, delegado regional da 6ª Delegacia Regional de Polícia de Criciúma (6ª DRP), e o vereador Márcio Darós, que teve participação na escolha do terreno.
Sede necessária
Atualmente a cidade já possui um núcleo do tipo, mas ele não conta com uma sede própria e está localizado dentro do Departamento de Investigação Criminal (DIC). A iniciativa para viabilizar a cessão do terreno para a construção da estrutura voltada exclusivamente para o NOC surgiu do bom relacionamento do Executivo Municipal com o coordenador-adjunto das operações policiais com cães de Estado, Vitor Bianco, construído enquanto ele era delegado regional da 6ª DRP.
“Surgiu a ideia de falar com o prefeito Clésio Salvaro da possibilidade da cessão de uso e doação de um terreno para a Polícia Civil e construção desse núcleo. Isso foi durante esse ano. Tivemos na prefeitura algumas vezes e o prefeito nos disponibilizou alguns locais. Escolhendo esse terreno, o prefeito mandou para a Câmara de Vereadores, que aprovou por unanimidade a cessão de uso e foi sancionada essa lei”, apontou.
Segundo o delegado, atualmente a estrutura presente na DIC não atenderia todas as necessidades de um núcleo, já que carece de uma área específica para o trato com os animais de serviço. “Essa construção é importante porque hoje já existe um núcleo em Criciúma, mas em uma estrutura inadequada. Hoje a gente trabalha no Departamento de Investigação, porém, nós não temos uma estrutura adequada para o cão e isso acaba trazendo prejuízo, tendo que tirar o cão por diversas vezes do local em razão das altas temperaturas, do calor”, explicou Bianco.
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