Timbé do Sul/Brasília
Paulo Paixão
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Uma das mais importantes obras estruturantes do Sul catarinense, que liga os campos de cima da Serra no Rio Grande do Sul ao Litoral Sul de Santa Catarina, a pavimentação da BR-285, a Serra da Rocinha, volta a ser tratada hoje junto ao Governo Federal.
O presidente do Fórum Parlamentar Catarinense, o deputado federal Valdir Cobalchini (MDB), cumprirá agenda junto ao Ministério dos Transporte e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) para buscar informações em relação aos trabalhos realizados na Serra da Rocinha e se eles serão impactados pelos cortes no orçamento do Governo Federal.
“Eu quero saber dos cortes, se Santa Catarina vai ser impactada com algum corte? Que obra vai ser sacrificada? E isso eu estou falando hipoteticamente. Amanhã (hoje) vamos conversar com o ministro para saber o que vai acontecer e se vai ter previsão de orçamento para continuação da obra. Nenhuma obra pode ficar inacabada”, afirmou Cobalchini.
De acordo com a Superintendência do Dnit em Santa Catarina, para finalizar a obra da Serra da Rocinha é necessário um investimento entre R$ 60 milhões e R$ 70 milhões.
RETOMADA
O superintendente Regional do Dnit de Santa Catarina, Alysson Rodrigo de Andrade, expressou a vontade do departamento de dar prosseguimento à obra, uma vez que falta pouco para a conclusão. “O Dnit pretende retomar as obras na Serra da Rocinha no início do ano que vem e concluir o trecho com pouco menos de 100 metros na BR-285. Neste momento, trabalhamos na conclusão e revisão do orçamento, de aproximadamente R$ 70 milhões, que vai permitir a contratação de uma nova empresa para finalizar a pavimentação e fazer as contenções necessárias para garantir segurança aos usuários”, informou. Ele ainda explicou como estão os serviços. “Todos os serviços contratados anteriormente foram concluídos. Em 2024 trabalhamos a prospecção geotécnica, fazendo as sondagens necessárias em busca de uma solução definitiva para a contenção que ainda falta executar. Esses estudos, para projetar as novas contenções, levaram um tempo até serem aprovados, tanto em Santa Catarina, como em Brasília, e agora o projeto encontra-se em fase de revisão do orçamento para fazer essa contratação o mais rápido possível”, indicou Alysson.
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