Tiago Monte
Salvador/BA
O Criciúma finalizou poucas vezes contra o gol de Marcos Felipe, na partida deste domingo, e o técnico Cláudio Tencati lamentou a falta de chutes ao gol do Bahia. “Foram poucas (chances claras), a gente criou volume. Segundo tempo, pra dar exemplo, nós ficamos dez minutos no campo do Bahia, jogando no campo deles. Então, a gente gerou impacto muito forte, teve até momento até de vaias, mas faltou definir. A gente circulava para a direita, centro e esquerda, mas sem definir. Então, tem que insistir nesse tipo de bola, já que o adversário está bem postado atrás da linha da bola”, comenta o treinador.
Tencati exaltou o poder de reação do Criciúma no começo da etapa final. “Fica essa imagem positiva do Criciúma, de atitude e ao mesmo tempo de poder de reação, no segundo tempo e com o adversário na casa deles”, diz.
O treinador explicou as opções por Claudinho e Marquinhos Gabriel para começar o jogo. “O Dudu teve uma uma pancada no joelho contra o Grêmio e voltou a sentir uma tendinite que ele tinha ali também. Passou dois dias tratando, testamos ele ontem (sábado), já estava melhor, mas mesmo assim ainda não 100%. Como a gente tem lateral como o Claudinho, que está jogando frequentemente também, vem nessa troca com o Dudu, então optamos pelo Claudinho. A questão do Marquinhos, a gente tinha que ter meia central, até para anular pouco mais a construção do primeiro volante do Bahia, e isso ele (Marquinhos) fez bem. E, na minha opinião, fez um bom jogo, bem regular. Tanto com a bola como sem a bola. Ele (Marquinhos) foi disciplinado, lutou, se empenhou, se movimentou, criou e teve a chance, no segundo tempo, inclusive, de empatar o jogo pra nós”, finaliza Tencati.




