Nesta sexta-feira, dia 02, o Instituto CCR anunciou os vencedores do Prêmio Caminhos para a Cidadania 2024, um reconhecimento promovido pelo programa Caminhos para a Cidadania, uma iniciativa social e educativa do Grupo CCR. O Prêmio celebra inovações no Ensino Fundamental I nas redes públicas, reconhecendo educadores com abordagens criativas e eficazes. O programa, que visa qualificar docentes por meio de materiais e cursos, busca fomentar experiências educativas transformadoras.
Neste ano, foram inscritas 89 propostas de todo o Brasil, com 10 selecionadas para o prêmio. Entre as vencedoras, uma professora de Paulo Lopes, SC, representando a CCR ViaCosteira na região sul catarinense. Cada escola premiada receberá R$ 30 mil para aprimorar suas iniciativas, além de um notebook para os autores e um Kindle para os coautores. As escolas premiadas estão localizadas em São Paulo, Bahia, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Ariane Teles, analista de Responsabilidade Social do Instituto CCR, destaca que o prêmio visa estimular a criatividade e a inovação dos educadores, apoiando a transformação de ideias em práticas concretas nas salas de aula. Ela expressa orgulho pelas propostas recebidas e acredita que o prêmio terá um impacto positivo na qualidade da educação. O
Instituto CCR reafirma seu compromisso com a educação e o desenvolvimento dos profissionais da área através de várias iniciativas que promovem a excelência educacional e um ambiente de aprendizagem mais inclusivo.
Confira a lista de vencedores:
- Vivian Sena, com o projeto Transver o inventário cultural de cada um para fazer e entender a diferença de todos, de Paulo Lopes, Santa Catarina.
- Karina de Rossi Leocádio Pereira, com o projeto EcoLeitores: transformando palavras em ações sustentáveis, de Santa Cruz do Rio Pardo, São Paulo.
- Esdras Oliveira da Silva, com o projeto Entre cantos e batuques: a música no processo de letramento, de Salvador, Bahia.
- Luciana Rissi, com o projeto O conto que eu conto: uma comunidade leitora, de Alambari, São Paulo.
- Wagner de Oliveira, com o projeto Planeta 2030: construindo sustentabilidade com os ODS, de Barueri, São Paulo.
- Flávia Alves, com o projeto Polêmicas em debate – buscando soluções por meio do diálogo, de Itaguaí, Rio de Janeiro.
- Vanessa Vieira de Souza, com o projeto Raízes vivas: resgate da cultura e identidade quilombola no 2º ano do Ensino Fundamental I, de Cabo Frio, Rio de Janeiro.
- Ilzete Santos, com o Projeto-intervenção: empoderamento negro e cultura de paz na escola Catarina de Sena, de Lauro de Freitas, Bahia.
- Silvana Lopes de Santana, com o projeto Trilhas de aromas, cores e sabores: do quintal lá de casa ao desenvolvimento sustentável, de Lauro de Freitas, Bahia.
- Magali Bohrer Borges, com o projeto Viva melhor: estratégicas para uma alimentação sustentável, de Mormaço, Rio Grande do Sul.




