Arlindo Rocha quer participação da comunidade na gestão

Petista é pré-candidato a prefeito de Criciúma e comenta sobre suas principais ações, caso eleito. Planejamento na educação é destacado

Criciúma
Paulo Paixão
politica@tnsul.com

O terceiro pré-candidato à Prefeitura de Criciúma a participar das entrevistas com o jornalista e coordenador da Rádio Cidade em Dia e colunista do jornal Tribuna de Notícias, Denis Luciano, foi Arlindo Rocha, pré-candidato pelo Partido dos Trabalhadores (PT).

Com pouco mais de 20 minutos de entrevista, Arlindo Rocha iniciou sua fala sobre o tema Saúde. De acordo com ele, esta área precisa receber uma atenção especial em algumas situações. “O atendimento ambulatorial, o pronto atendimento em Criciúma, acredito que esteja muito bem. O problema está quando há a necessidade das especialidades médicas: ortopedistas, o oftalmologista e, assim por diante. Aí falta, existe uma fila. Mas o problema maior ainda é quando existe a necessidade dos procedimentos de média e alta complexidade”, avaliou.

Na visão do pré-candidato, mesmo que a saúde seja de responsabilidade de todas as esferas governamentais, a consequência maior acaba ficando para o Município. “É do prefeito que isso é cobrado e, muitas vezes, o prefeito dá outras prioridades que não este atendimento, e fica aquela situação, a culpa é de quem? A responsabilidade é de quem?”, comentou Rocha. “Eu tenho uma posição muito clara neste sentido. Acho que o problema precisa ser resolvido, é um problema de saúde pública, mas que também afeta a economia. Muitas destas pessoas são pessoas economicamente ativas, pessoas que trabalham e por conta disto acabam se afastando do trabalho”, continuou.

Para o pré-candidato, uma solução quando o Município não tem os serviços contínuos, ele precisa comprar. Essas aquisições dos serviços podem ser através da verba destinada à saúde, através de emendas parlamentares ou até mesmo do dinheiro que a Câmara de Vereadores devolve ao Executivo.

FORMAÇÃO

O segundo tema proposto durante a entrevista foi em relação à educação criciumense. Para o pré-candidato, é necessário pensar no futuro dos estudantes. “Procurar dar oportunidades e também uma formação adequada. A régua que eu uso para isso é igualar o ensino público ao privado”, disse Arlindo Rocha. “Quando eu era prefeito de Maracajá, antes da pandemia, todas as crianças estudavam com um tablet, todas as crianças estudavam com o sistema Positivo de apostilas, que é um dos melhores conteúdos das escolas particulares. Tínhamos convênio com a Universidade Federal de Santa Catarina, que colocava os conteúdos nos instrumentos digitais e quando veio a pandemia nós não tivemos problemas, pois as crianças estavam conectadas”, lembrou.

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