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Criciúma
quinta-feira, abril 18, 2024

Municípios do Sul preparam dados para seguirem no Mapa do Turismo

Cidades da região terão até o dia 12 de maio para encaminhar documentos ao Governo Federal. Após o período, será divulgada a nova lista a ser trabalhada, prioritariamente, no âmbito do desenvolvimento das políticas públicas para o setor

Lauro Müller/
Balneário Arroio do Silva
Paulo Paixão
politica@tnsul.com

Estar no Mapa do Turismo brasileiro não significa somente o reconhecimento do Ministério do Turismo. É muito mais. É uma ferramenta que mostra que os municípios inseridos no documento têm para angariar recursos e participar de cursos promovidos pelo Ministério.

Na Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec), as cidades que aparecem na listagem do Mapa do Turismo são Balneário Rincão, Criciúma, Forquilhinha, Lauro Müller, Morro da Fumaça, Nova Veneza, Orleans, Siderópolis, Treviso e Urussanga; ficando de fora Cocal do Sul e Içara. Já na Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense (Amesc), estão inseridos no Mapa e buscam a renovação dos dados, ou já tiveram, Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Jacinto Machado, Morro Grande, Passo de Torres, Praia Grande, Santa Rosa do Sul, São João do Sul, Sombrio, Timbé do Sul e Turvo; não constando Maracajá, Balneário Gaivota, Meleiro e Ermo. Essas duas regiões são denominadas turisticamente Encantos do Sul (Amrec e Amurel) e Caminho dos Canyons (Amesc).

IMPORTÂNCIA

A secretária de Turismo de Lauro Müller e presidente do Colegiado de Turismo da Amrec, Patrícia Pontaldi, explica que aparecer no Mapa do Turismo do Ministério não garante verbas, mas abre possibilidade. “O primeiro benefício é ser visto como um município turístico ou como um município de apoio ao turismo da região, mas não podemos ficar fora do Mapa, pois municípios não pertencentes não participam de projetos de políticas públicas para o turismo através do Ministério, não tem a possibilidade de receber recursos advindos do Ministério do Turismo e nem mesmo fazer cursos de capacitação promovidos pelo Ministério”, disse Patrícia. Porém há uma ressalva. “Só estar no Mapa não garante repasse, mas dá a possibilidade. Outra coisa, somente municípios com categorias A e B têm tido a possibilidade de participar de projetos”, seguiu Patrícia. Da Amrec, apenas Criciúma é classificada na categoria B, os demais municípios estão categorizados como C e D.

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