Um dos problemas que afeta o andamento das obras no Anel Viário de Criciúma pode ser solucionado. De acordo com o coordenador regional de Infraestrutura, Ademir Honorato, um novo estudo foi feito no local em que deveria ser construída, inicialmente, uma trincheira.
Durante as obras, chegou a ser cogitada a possibilidade de substituir a trincheira. Isso porque as dimensões do projeto original apontavam o risco de inundações na área, uma vez que a estrutura ficaria abaixo da cota de alagamentos.
Desde então, os trabalhos de pavimentação no trecho foram paralisados. Por outro lado, as obras complementares continuam até o fim do ano, segundo o coordenador regional de Infraestrutura. Entre os serviços, estão a construção de caixas de passagem, drenagem superficial, meios-fios, calçadas, ciclovia, além da sinalização vertical e horizontal, tachões e plantio de gramas.
Trincheira volta a ser opção
“Eu estive com a equipe que fez a topografia e analisou os níveis. Semana passada, fizemos uma reunião com os engenheiros e com a superintendência. Nos próximos dias, vamos levar esses últimos dados [ao Governo do Estado]; Está bem encaminhado”, detalha Honorato.

O coordenador regional explica que houve diferença entre os dados técnicos apresentados nos últimos levantamentos e, por isso, a trincheira volta a ser uma solução para o andamento da obra. “Agora, vamos tirar a prova real”, pontua.
Entenda como está a obra
A última etapa do Anel Viário de Criciúma compreende a 2,6 quilômetros de asfalto e outros serviços complementares entre a Vila Zuleima e o acesso ao Rio Maina pela Avenida Luiz Lazzarin. O investimento para a obra é do Governo do Estado e chega a R$ 20 milhões.
Dos 2,6 quilômetros totais, 1,5 quilômetro já foi pavimentado e está em fase de trabalhos complementares. Restam 900 metros a receberem camada asfáltica, mas que dependem da resolução do projeto.
*Via ND+




