Líderes mundiais discutem garantias de segurança para Ucrânia pós-guerra

A reunião por videoconferência de líderes dos EUA, França, Reino Unido, Alemanha, Itália, Canadá e Japão, durou mais de uma hora

Foto: LUDOVIC MARIN/POOL/AFP

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A discussão de líderes de países aliados da Ucrânia convocada para esta terça-feira, 19, pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, abordou modalidades de garantias de segurança que poderiam ser oferecidas ao país do Leste Europeu quando acabar a guerra.

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A reunião por videoconferência de líderes dos EUA, França, Reino Unido, Alemanha, Itália, Canadá e Japão, durou mais de uma hora e mostrou a determinação unânime de “apoiar a Ucrânia de todas as formas possíveis”, seja militar, política ou economicamente, segundo fontes do Palácio do Eliseu.

As garantias de segurança à Ucrânia “devem ser muito claras” e também “robustas” para que o conjunto do acordo de paz que pode ser alcançado “seja crível”, acrescentaram.

Os representantes dos países explicaram que uma possibilidade cogitada foi oferecer à Ucrânia um mecanismo de garantias territoriais similar às dos tratados da União Europeia, muito diferente do sistema de segurança recíproca da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte).

Também foi determinado o estudo de novas sanções contra a Rússia caso o país persista em continuar com a guerra que iniciou em 24 de fevereiro. Segundo os países da reunião, é “necessário” convencer o mundo de que esta crise não afeta apenas o Ocidente, e sim é “uma ameaça para a paz e a segurança internacionais”.

Ao longo da reunião também foi enfatizado que as tropas russas deverão se retirar para os pontos de partida ao fim da guerra e que os países continuarão sem reconhecer a anexação russa da Crimeia e a independência das autoproclamadas repúblicas rebeldes da região do Donbass.

“Não aceitaremos nenhuma ganância territorial por meio da força”, ressaltaram as fontes do Eliseu.

A sessão também contou com a presença do secretário geral da Otan, Jens Stoltenberg; o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel; e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.

*Via R7

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