Gustavo Milioli
Criciúma
Chamou a atenção dos moradores do bairro Pio Corrêa, em Criciúma, a retirada das máquinas empenhadas nas obras de macrodrenagem na Bacia do Pio Corrêa, em mais uma
etapa da construção do Canal Auxiliar ao Rio Criciúma. Apesar de o município garantir que o andamento dos trabalhos não foi prejudicado, o fato é que a empresa responsável pelo serviço diminuiu o ritmo em meio ao atraso no pagamento da terceira – e última – parcela por parte do Governo do Estado.
> Clique aqui e receba as principais notícias do sul catarinense no WhatsApp
Uma reunião está agendada para amanhã, às 8h, em frente ao Colégio Maristinha, com a presença de representantes das partes envolvidas na obra. A comunidade está convidada a
participar.
Justificativa
O Governo Municipal, que firmou um convênio com o Estado através do Plano 1000 para poder executar a obra, garante que a falta de recursos não é o entrave. “Eles não paralisaram. A escavadeira estava na jazida para concluir a terraplanagem, onde já foram colocadas as aduelas. A execução da sub-base depende da Casan. Vamos aguardar a Casan concluir a rede para evitar o retrabalho”, afirma João Batista Belloli, o Tita, secretário de Infraestrutura, Planejamento e Mobilidade Urbana de Criciúma.
De acordo com o responsável pela pasta, o maquinário foi recolhido para as equipes trabalharem em outras frentes. “Enquanto isso, vamos dar continuidade nas caixas de drenagens. Agora, a prioridade é finalizar a parte que eles já abriram, para depois cobrirmos com a camada asfáltica”, pontua.
Leia a matéria completa na edição desta quarta-feira, 14, do jornal impresso Tribuna de Notícias.




