Tiago Monte
Cocal do Sul
A quinta-feira, dia 8 de setembro, será histórica para Cocal do Sul. Aguardada por muito tempo, a ordem de serviço para a duplicação da SC-108, incluindo o contorno de anel viário, será assinada pelo Governador em exercício Moacir Sopelsa (MDB). O investimento total está estimado em R$ 224 milhões. Quem executará as obras é Setep – empresa vencedora da licitação – e a Iguatemi Engenharia é a fiscalizadora. “É a maior obra, hoje, de Santa Catarina. Só de indenizações são R$ 16 milhões. Lembrando que o desenvolvimento de uma cidade passa pela abertura de novas estradas”, diz o prefeito de Cocal do Sul, Fernando de Fáveri.
O governador chega a Jaguaruna ao meio-dia, almoça em Cocal do Sul e entrega a ordem de serviço às 14 horas. “Cocal tem um grande problema de mobilidade urbana. Essa obra vem para contemplar esse anseio de décadas da população”, diz o prefeito.
As obras de duplicação têm como objetivo garantir mais segurança, oportunidades e desenvolvimento, solucionando questões voltadas à mobilidade urbana de Cocal do Sul. A duplicação compreenderá aproximadamente 16 quilômetros, contando os trechos entre Urussanga e Criciúma e a obra do contorno viário de Cocal do Sul, que desviará o trânsito intenso do centro da cidade. Atualmente, Cocal do Sul conta com o tráfego diário de 20 mil veículos. “Essa nova estrada, com a duplicação do anel de contorno viário, vai proporcionar que a cidade possa expandir e desenvolver ainda mais. Isso é importante para Cocal e toda a região”, destaca Fernando.
Tempo de obra será de 900 dias
Essa é a maior obra do governo do Estado, atualmente, e vai acontecer em Cocal do Sul. O tempo de obra será de 900 dias. “Além de desafogar o trânsito de Cocal do Sul, a obra traz o desenvolvimento e vem em boa hora. É uma das obras mais aguardadas da região Sul. Aqui em Cocal, congestiona tudo. Então, com isso, vai beneficiar toda a região e todos que transitam aqui”, enfatiza o prefeito.
Os trabalhos serão executados do entroncamento com a SC-445, em Urussanga, em direção a Criciúma, fazendo o contorno Leste de Cocal do Sul (implantação) e finalizando na chegada de Criciúma. “Será benéfico para o setor produtivo e o setor turístico – Serra e Litoral – além dos pontos que estão se desenvolvendo na região”, ressalta Fernando.
O projeto começou a ser analisado em 2006, quando na época custava R$ 90 milhões e precisava de recursos do BID para dar andamento.




