Hemosc de Criciúma intensifica campanha para doação de medula óssea

Gustavo Milioli
Criciúma/Içara

O Centro de Hematologia e Hemoterapia de Santa Catarina (Hemosc) procura aumentar o número de doadores voluntários de medula óssea. A captação está baixa no Brasil, e na
região de Criciúma, o panorama não é diferente. O órgão pede que pessoas saudáveis, de 18 a 35 anos, que não estejam contaminadas com alguma doença infecciosa, que procurem o hemocentro mais próximo para a realização do cadastro genético.

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“Quando a pessoa vem ao Hemosc, são retirados cinco mililitros de sangue. Esse tubinho é encaminhado para o laboratório de Florianópolis, onde é feito o mapeamento genético para a classificação. O resultado segue para o Ministério da Saúde, que armazena o banco
nacional de doadores”, explica Rafael Luiz da Silva, coordenador da Divisão Técnica do Hemocentro Regional de Criciúma.

Compatibilidade
Também há um banco de dados que compreende apenas os pacientes na fila de espera. O ministério verifica a compatibilidade dos necessitados com os doadores. Por isso, a sua medula óssea pode ser salvadora para pessoas de qualquer parte do Brasil. Apenas em
Santa Catarina, de acordo com informações do Sistema Estadual de Transplantes (SC Transplantes), existem, no momento, 42 pessoas aguardando pelo órgão.

Da Silva informou que, estatisticamente, as chances de um paciente encontrar uma medula compatível são de uma a cada 100 mil. Por isso, é tão importante que cada vez mais pessoas se interessem pela doação. “Assim, temos mais opções e mais chances de ajudarmos os pacientes com o transplante”, enfatiza. O coordenador reforçou que, em determinados tipos de câncer, os portadores só serão capazes de atingirem a cura com o procedimento.

Leia a matéria completa na edição desta quarta-feira, 31 do jornal impresso Tribuna de Notícias.

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