Nova Veneza: Mais um torcedor para o Caravaggio

Tiago Monte

Nova Veneza

A torcida do Caravaggio é identificada pela dedicação e paixão. Ela está ao lado do time, apoiando e sofrendo junto, em todas as partidas, seja no estádio da Montanha ou longe de casa. Em campo, um jogador se considera integrante da massa do Azulão: o goleiro Diego Vitório. Natural de Criciúma, ele conhece bem a história do time de Nova Veneza e, apesar do pouco tempo de casa, já se considera um torcedor do Carava. “Já tenho essa identidade bem forte, bem ligado. Como sou da região, já conhecia há muito tempo e da para dizer que tenho mais um time no meu coração”, comenta.

Aos 22 anos, Diego valoriza o apoio do torcedor do Caravaggio, que sempre lota o estádio da Montanha e comparece em grande número nos jogos fora de casa. “Eu sabia que a torcida acompanha bastante, não tanto como fora de casa, que sempre tem torcedor. A maioria da torcida, nos nossos jogos, sempre é do Caravaggio. Fora de casa, inclusive, o time mandante tem menos torcida e isso nos ajuda muito”, enfatiza.

Um dos menos vazados na Série B Estadual

Com sete jogos disputados na Série B do Campeonato Catarinense deste ano, o goleiro tem sido um dos destaques da equipe. O jogador do Azulão tomou apenas seis gols na competição e passou invicto em três partidas.

Logo no jogo de estreia, na derrota para o Metropolitano por 1 a 0, Diego defendeu um pênalti. Depois ficou sem tomar gols nas vitórias diante do Carlos Renaux (1 a 0), Tubarão (2 a 0) e Guarani (3 a 0). “Eu avalio muito bem. Tivemos bons jogos. Das sete partidas, três eu acabei sem sofrer gols. Então, fiz bons jogos: frutos de bastante treino, trabalho com o Juliano e os outros goleiros. Está dando resultado”, comenta.

Na última vitória do Azulão, contra o Nação, Diego voltou a ajudar a equipe com boas defesas na reta final da partida e agora projeta um jogo ainda melhor para o Caravaggio no domingo, dia 17, diante do Atlético Catarinense, em Palhoça. “Temos que repetir a mesma atuação. E até entrar melhor ainda. O segundo tempo contra o Nação foi um pouco abaixo e a gente pretende elevar um pouco isso. Jogando em casa é melhor, por ter o apoio da torcida, mas fora a gente mantém o mesmo nível. Então, não fazemos distinção entre jogos em casa e fora”, finaliza o goleiro.

Últimas