A projeção de pontos para o Tigre

Tiago Monte

Criciúma

A calculadora já está na mão do técnico Cláudio Tencati. Após a vitória de terça-feira, diante do Sampaio Corrêa, o Criciúma chegou aos 13 pontos na Série B do Brasileiro. De acordo com os cálculos do comandante, o time precisa de mais 10 pontos, ao menos, nos próximos 24 que serão disputados para virar o turno com a metade dos pontos necessários para não ser rebaixado à Série C de 2023. “Nós temos que virar o turno acima de 23 pontos. Assim não se corre riscos na zona de baixo. Acima de 25 ou 26 pontos, você vai brigar no meio da tabela e quem virar acima de 30 são os que vão brigar para o acesso”, explica.

Porém, a pontuação parcial, no final do primeiro turno, não é garantia de desempenho final. “Às vezes, não significa que é pontuação para subir ou cair. Em 2018, eu virei o turno com 32 pontos, pelo Atlético Goianiense, e nós não subimos naquela temporada. Com o Londrina, em duas temporadas, batemos na trave pelo acesso por dois pontos e três pontos. 2016 e 2017, na sequência. Fomos sexto colocados em 16 e quinto colocado em 17. Viramos o turno com 25 pontos e 24 pontos em 16. Chegamos a 60 pontos em 16 e 62 pontos em 17”, lembra Tencati.

O treinador também exalta a grande experiência que tem na Segunda Divisão nacional, o que avaliza o conhecimento dele. “Eu tenho sete temporadas, na Série B do Brasileiro, e tenho frisado muito isso, porque eu não sou um debutante na competição. Tenho muita experiência e sei como são os momentos e as fases da competição. Existe a oscilação. Outras equipes passaram pela zona de rebaixamento e estão na ponta de cima como Novorizontino e Tombense. A competição é extremamente difícil. Quem cochilar, fica para trás. O Criciúma tem que se preocupar em pontuar”, diz.

*A matéria completa está no TN desta quinta-feira

Últimas