Rafael Matos: Volta das coligações é um retrocesso

Confira a coluna completa no Jornal Tribuna de Notícias


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A volta das coligações para as chapas majoritárias é um retrocesso ao processo eleitoral. Os políticos não resistiram a mais que uma eleição com este modelo que exige que os partidos políticos se apresentem para o ‘jogo’ das eleições. Pois o partido para existir deveria ter obrigação de lançar candidatos e com a possibilidade de realizar alianças, há muitas siglas que se escondem. Sem nomes na disputa, apenas negociam o tempo de propaganda eleitoral no rádio e televisão.

A medida que foi aprovada pela Câmara dos Deputados foi justificada como uma medida compensatória para barrar o Distritão, que seria a adoção do modelo majoritário para os cargos legislativos. Ou seja, os candidatos mais votados são eleitos, desconsiderando a votação recebida pelos não eleitos, enfraquecendo ainda mais os partidos e valorizando somente os mais conhecidos.

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As duas propostas combinadas seriam um desastre, mas a desculpa que só uma passou, não pode colar. O fim das coligações é uma oportunidade para a renovação política. Permite que sejam lançados mais candidatos e que cada um se apresente para o eleitor. Nas alianças, as vagas para cada sigla diminuem e as novas candidaturas também.

Ainda resta a esperança de que esta e outras propostas ruins da reforma eleitoral sejam rejeitadas pelo Senado, mas quem acredita?

A coluna completa você lê na edição do Jornal Tribuna de Notícias desta sexta-feira

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