Treviso: Instituto Alouatta foca no turismo da cidade

Treviso conta com diversas belezas naturais, como vales, montanhas, cachoeiras e projeto faz um trabalho focado na educação infantil

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Tiago Monte

Treviso

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O Instituto Alouatta nasceu em 2005, em Treviso, com o objetivo de fomentar o ecoturismo e o turismo de aventura, sendo que essa área é uma das vocações da cidade, atraindo diversas pessoas de outras cidades para visitar Treviso, a menor cidade da Região Carbonífera.

Desde então, o grupo está realizando um trabalho que vem ganhando visibilidade na região e trazendo desenvolvimento à cidade. “Somos filiados à Abeta (Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura) e atendemos todas as normas do setor de turismo de aventura no Brasil. Nossa atividade consiste em contribuir para o desenvolvimento do segmento de turismo de natureza tendo como base a conservação das áreas naturais aliada à geração de emprego e renda para as comunidades do interior”, diz Paulo Renato Cadallóra, presidente do Instituto.

Além disso, as belezas naturais de Treviso beneficiam o ecoturismo. “Nós temos uma natureza única. São vales, montanhas e cachoeiras divididas em 17 comunidades onde também encontramos histórias e muita cultura italiana. O município tem se credenciado na última década como destino de turismo de natureza no Sul do estado”, pontua.

Observação de aves atrai visitantes

Cadallóra afirma que entre as atividades, a mais recente é a observação de aves, algo inovador, mas que atrai muita gente para a localidade. “Esse projeto teve início em 2015 através de um projeto do Instituto Alouatta que envolveu 200 crianças do ensino municipal que tiveram contato com a atividade de observação. Ele ficou reconhecido em nível estadual tendo sido vencedor do Prêmio Fritz Müller 2016 como melhor projeto sobre turismo ecológico de Santa Catarina”, relatou.

Foram essas atividades, aparentemente simples, que credenciaram a cidade para receber novos amantes da natureza. “Desde então Treviso tem se tornado um ponto para observação de aves com grande variedade de espécies registradas e algumas ameaçadas de extinção. Somente na trilha do Salto Branco com 1,1 quilometro já foram registradas mais de 200 espécies”, ponderou o presidente.

 

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