Trabalhadores de agroindústria da região entram em greve

Resultado das assembleias realizadas hoje indicou que 2.172 profissionais votaram pela paralisação das atividades, contra 255 contrários


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Os trabalhadores do setor de alimentos da região optaram por iniciar uma greve. A decisão foi comunicada após as assembleias realizadas nas unidades da JBS em Forquilhinha e Nova Veneza. A paralisação se estende às centrais de ração de Criciúma, Morro Grande, e ao incubatório em Araranguá.

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O resultado das votações indicou que 2.172 profissionais rejeitaram a proposta da empresa, enquanto 255 se mostraram contrários à greve. Outros 26 trabalhadores votaram em branco.

Segundo Célio Elias, presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústrias da Alimentação de Criciúma e Região, os cerca de 3,5 mil funcionários deixarão de trabalhar a partir da meia-noite do dia 29 de outubro, na próxima sexta-feira. “Os trabalhadores deram a resposta, agora a gente aguarda uma chamada por parte da JBS. Se não derem um parecer satisfatório, não teremos outra saída a não ser a greve”, declara. A paralisação, a princípio, não tem prazo para terminar. “Se vai levar um dia, dois dias ou 10 dias, vai depender do patronal”, afirma.

O sindicato tem como principais reivindicações:

  • 2% de ganho real no salário;
  • Repasse integral do INPC (10,78%);
  • Aumento da cesta básica de 20%;
  • Abono de R$ 1.250 (Forquilhinha e Morro Grande) e R$ 1.525 (Nova Veneza);
  • Fornecimento de EPI adequado e de qualidade.
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